Metamorfose De Uma Aprendiz
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Amor Sem Endereço...




Amor Sem Endereço...




Ah!esse teu amor sem endereço
essa paixão inconseqüente doida.
Comanda a mente me deixa louca.
A mor ardente amor confesso.
Amor onde abasteço toda paixão.
Amor sujeito traverso enlouqueço.


Ah!esse teu amor tão risonho bonito.
Amor delicado, dono de uma insensatez,
que me comanda,beija na boca, na cama.
E com malicia atiça, a chama da dama.
Ele me aperta, me laça, me faz sua caça.
Ah!teu amor felino, me vira ao averso.
Nele me perco,me acho, me esqueço.
Autora:Marina N unes
(Direitos Reservados )
02/05/09

domingo, 10 de janeiro de 2010

A dança Da Nuvem





A dança Da Nuvem


Uma nuvem voaça peregrinando,
em deslocamento,vai bailando no céu azul.
Ele nunca adormece,nem pode aquietar.


Essa nuvem move-se, em trajeto,tem uma jornada,
de sofrimento, e dança, sem parar.
Veste-se de fênix, na paz do silêncio


Todas às nuvens saem, no vaivém das estações,
aquecendo o tempo,e bailando voam, em movimentos.
E faz a dança do vento,e usa toda regalia,
impulsionando o tempo, à vagar sem sessar.
Autora Marina Nunes
direitos reservados das autora


25/05/09

A MENTE DE UM LOUCO



A MENTE DE UM LOUCO


Eu queria violar a morte,
E ter a sorte, da morte não me levar.
Me esconder em uma ilha, bem longe da Terra.
E nunca mais voltar.
O maldito egoísmo me transformou.
Tantas foram as maldades...
De tudo isso, demorei de me livrar.
De tanto temer a sorte, medo da morte,
Acabei na rua, hoje é o meu lar.
Hoje nada tenho, só um pedaço de chão.
Vivo sozinho, com o medo da sorte.
Tantos foram meus pecados...
No céu, não tenho um lugar.
Já com a idade avançada,
Nem sei mais, quem sou.
Da morte, desistir de lutar.
A noite, sento na calçada.
Sinto falta dos amigos,
Que também sem sorte, a morte já levou.
Louco, eu sou, louco, que a morte condenou.
Vivo com medo da morte,
Corro, me escondo, até ela me levar.


Autora: Marina Nunes
direitos da autora
03/02/09

Dolorida Espera






Dolorida Espera


Depois da sofrida partida,
Não vi mais o teu olhar.
Olhar de amor, de amante.
Esperei-te todo o tempo,
Mas você esqueceu de tudo.
Não vi mais o teu olhar,
Ao pôr-do-sol.
Ao morrer do dia.
Nem à boca da noite,
Nem no alvorecer.
Eu vi o crepúsculo da vida.
Esse, eu vi.
Vi toda serenidade me invadir.
Vi minha metamorfose,
Que teu olhar nada viu,as mudanças,

Que giraram ,em torno do meu metabolismo.
Os meus cabelos brancos,
A minha monotonia.
Hoje, você ainda vive presente,
E, perene, sento o meu olhar fixo no passado.
E vivo na mesma antiga rotina,
Resistindo ao tempo.
A saudade continua igual.
Me estacionei em ti.
Só vivi pra te amar.


Autora: Marina Nunes
direitos reservados à autora
28/02/09

Metamorfose









Metamorfose


Agora me encontro de frente ao espelho.
De cara limpa,
Como uma borboleta em transformação,
Minha metamorfose.
Delicadamente, uma pintura poética entra em ação,


Uma figura imaginável, 
Doce, solene, veste-se com perfeição.
De boca graciosa, de um vermelho forte.
Chamando atenção, entra em sintonia.
Abre-se as cortinas, cor rosa forte.
Pomposa, espetacular, sente-se seduzida.

Pelo palco, uma inebriante voz rica e macia,
Enche o ambiente em ritmo suave,
Canta uma melodia que excita, um quadro doce.
Abrindo as asas, como um pássaro, voa.
Canta uma canção poética, com frases firmes.

Uma sonata de amor entre um sonho.
Uma utopia, bravo! O palco se agita, rodeada,
Sente toda emoção que sai do peito.
Cordial, curva-se agradecida, chora calada,
Lágrimas pela face rolam,
Parte da emoção da mais linda poesia,
De uma atriz poeta.


Autora: Marina Nunes
(direitos reservados)



segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O QUE FAZER SEM VOCÊ





O QUE FAZER SEM VOCÊ


Procuro explicação para tanto amor.
E como uma flor de pétalas delicadas,
estou agora perdida em pensamento.
A flor murchou, assim também estou.
Inexplicável sentir a distancia.
E viver na carência da tua ausência.
Inexplicável é não esquecer você.
Sem você me desfaço não me acho.
Inexplicável é não querer outro amor.
Nada em mim funciona paralisou,
na chama acesa, da cama vazia.
Longe de ti,sou inexistência.
Eu estou dividida, e agora!
O amor virou meu castigo.
Petrificou no meu coração.
Marina Nunes
direitos reservados á autora.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Era Uma Vez, Uma Guerreira...




Era Uma Vez, Uma Guerreira...


Trêmula e sozinha, em plena mata,
Em sua cabana vivia.
Na quela noite, sentiu-se cansada.


Olhando a lua cheia, sente um mal-estar.
Deveria admirar a noite,
mas o vento, soprava lá fora,
é uma noite, assustadora.


Com o coração em alvoroço,
o olhar na fresta da janela,
observa uma grande sombra,
que passeia em volta da sua cabana.


O calafrio lhe acovarda,
parece desfalecer.
Imóvel, acompanha com o olhar,
a negra alma sinistra,que caminha,
sem parar, feroz e agitada;
O grande lobo uivando, parece um demônio.


Mal poderia conter, o terror que atemorizava.
O grande lobo estremesse  de raiva, lá fora.
A lua com medo, esconde-se também.
E cheia de medo, a grande guerreira encolhe-se, ao seu canto.


E sem ousar enfrentar a tal fera,
perde toda valentia de guerreira, ousada, arrojada,
de impetuosa ,mulher.
Nessa noite, o tremor tomou conta da grande guerreira.
A grande guerreira chorou, desistiu da fera, e recuando,
preferiu humilhar-se, e cansada escondeu-se.
Não quis matar a grande fera, inimiga da sua paz.
Autora: Marina Nunes
Direitos Reservados


24/01/09